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Radiografia odontológica faz mal? Entenda os riscos e como sua segurança é protegida

  • Foto do escritor: Digilab Radiologia
    Digilab Radiologia
  • há 11 minutos
  • 3 min de leitura

“Radiografia odontológica faz mal?” Essa é uma das primeiras dúvidas que muitos pacientes têm quando recebem uma solicitação de exame.


A preocupação é compreensível: as radiografias utilizam radiação ionizante para produzir imagens do interior da boca e das estruturas da face. Porém, isso não significa que o exame seja perigoso quando realizado de maneira adequada.


Na radiologia odontológica, o objetivo é sempre utilizar a menor exposição necessária para obter uma imagem que permita responder à questão clínica, evitando exames desnecessários e seguindo protocolos de proteção.

Afinal, a radiografia odontológica faz mal?

Em condições adequadas de realização, o risco associado a uma radiografia odontológica é muito baixo.

A quantidade de radiação varia de acordo com o tipo de exame, equipamento, protocolo utilizado e região examinada. Uma radiografia intraoral, por exemplo, envolve uma exposição muito pequena.

Isso não significa que a radiação seja completamente isenta de risco. Como princípio de proteção radiológica, toda exposição deve ser justificada e otimizada.

Por isso, o exame deve ser realizado quando houver uma necessidade clínica definida pelo cirurgião-dentista.




Por que o dentista solicita uma radiografia?

Muitas estruturas importantes não podem ser avaliadas adequadamente apenas olhando para a boca.


Uma radiografia pode auxiliar na identificação e avaliação de:

  • Cáries que não são facilmente visualizadas clinicamente;

  • Infecções e alterações na região das raízes;

  • Dentes inclusos ou impactados;

  • Perda óssea;

  • Alterações ósseas;

  • Fraturas;

  • Planejamento de implantes;

  • Tratamentos ortodônticos;

  • Tratamentos endodônticos;

  • Avaliação de dentes do siso.


Ou seja, o exame não deve ser realizado simplesmente “por rotina”. Ele deve ter uma finalidade diagnóstica ou de acompanhamento.




Como o paciente é protegido?

A radioproteção envolve muito mais do que simplesmente utilizar um avental.


Entre as principais medidas estão:

1. Indicação adequada do exame

O primeiro passo é realizar o exame somente quando ele for necessário para responder a uma questão clínica.


2. Equipamentos e protocolos adequados

Equipamentos devidamente calibrados e protocolos técnicos apropriados ajudam a obter imagens diagnósticas sem exposição desnecessária.


3. Posicionamento correto

O correto posicionamento do paciente e a utilização adequada dos parâmetros do equipamento contribuem para evitar imagens inadequadas e, consequentemente, possíveis repetições.


4. Tecnologia digital

Os sistemas digitais permitem a obtenção de imagens com alta qualidade e podem trabalhar com doses reduzidas de radiação, dependendo do equipamento e do protocolo utilizado.


5. Controle de qualidade

A manutenção e o controle de qualidade dos equipamentos são fundamentais para garantir que funcionem adequadamente.




Crianças podem fazer radiografias?

Sim. Crianças podem realizar exames radiográficos quando existe indicação clínica.


Como crianças são mais sensíveis aos efeitos da radiação ao longo da vida, a justificativa do exame e a otimização da exposição são especialmente importantes nessa faixa etária.


Por isso, o profissional deve utilizar protocolos apropriados para a idade e para o tamanho do paciente, evitando exposições desnecessárias.




E durante a gravidez?

A gravidez deve ser sempre informada à equipe antes da realização do exame.


Quando uma radiografia odontológica é clinicamente necessária, ela pode ser realizada com técnicas adequadas de proteção radiológica. O fato de estar grávida não significa automaticamente que um exame necessário deva ser recusado ou que um problema odontológico precise ficar sem diagnóstico.


A decisão deve considerar a necessidade clínica e ser tomada pelo profissional responsável pelo atendimento.




Posso fazer mais de uma radiografia?


Pode haver situações em que o dentista solicite mais de um exame ou até diferentes tipos de radiografias.


Isso não significa necessariamente que exista um risco elevado.


Cada exame deve ter uma justificativa clínica específica. O profissional responsável deve avaliar se as informações obtidas são necessárias para o diagnóstico, planejamento ou acompanhamento do tratamento.




Radiografia digital significa ausência de radiação?


Não.

Esse é um ponto importante.


A radiografia digital continua utilizando radiação ionizante para produzir a imagem. A tecnologia digital, porém, pode permitir protocolos com menor exposição em comparação a sistemas radiográficos mais antigos, dependendo do equipamento e da técnica utilizada.


Portanto, não é correto dizer que uma radiografia digital é “sem radiação”.




Na Digilab, segurança e qualidade caminham juntas


Na Digilab, seguimos princípios de radioproteção, qualidade da imagem e indicação adequada dos exames.


Nosso objetivo é proporcionar ao paciente uma experiência tranquila, enquanto fornecemos ao cirurgião-dentista imagens confiáveis para auxiliar no diagnóstico e planejamento do tratamento.


Portanto, quando realizada com indicação clínica, técnica adequada e protocolos de radioproteção, a exposição associada aos exames odontológicos é muito baixa e o risco é considerado muito pequeno.


O mais importante é não evitar um exame necessário por medo da radiação, nem realizar exames sem indicação.


A melhor conduta é sempre conversar com o dentista e realizar o exame em um serviço especializado, com equipamentos adequados e profissionais capacitados.


📍 Unidade Hauer📍 Unidade Batel

📞 (41) 3278-2872📞 (41) 3244-1646



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